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BIÓPSIA DE VILO CORIÔNICO (BVC)

A biópsia de vilo coriônico (BVC) é um procedimento relativamente novo utilizado para diagnosticar determinados defeitos de nascimento durante o primeiro trimestre da gravidez. O teste tem sido conduzido regularmente desde 1982 e muitos milhares já foram feitos ao redor do mundo. A BVC é um teste pré-natal que envolve a retirada de uma amostra minúscula da parte exterior da bolsa onde o feto se desenvolve. Este tecido contém o mesmo material genético que o feto.

O cório é a porção da membrana do feto que forma o lado fetal da placenta. O cório contém vilos, que são pequenas projeções que se assemelham a dedos. Estes vilos são cortados ou succionados para estudo durante o procedimento. Os vilos coriônicos são de origem fetal; portanto, ao se examinar as amostras obtém-se a composição genética do feto. Este teste é conduzido como uma ferramenta de detecção precoce de defeitos congênitos.

O teste geralmente é conduzido entre 10 e 12 semanas após o último ciclo menstrual de uma mulher. A BVC geralmente não é recomendada caso a mulher tenha sangramentos ou micro sangramentos durante a gravidez.

Como a BVC é Executada?

A BVC exige a remoção de um pequeno pedaço dos vilos coriônicos, que são filamentos de tecido que prendem a bolsa fetal à parede do útero. Um laboratório analisa as células dos vilos, que geralmente têm a mesma composição genética e bioquímica que o feto. Os resultados do teste normalmente são disponibilizados em cerca de 10 dias, apesar de resultados preliminares poderem estar disponíveis em menos tempo.

Como a Amostra é Coletada?

Primeiro, a vagina e o cérvix (o colo do útero) são totalmente limpos com um antisséptico. Então, utilizando ultrassom como guia, um médico insere um tubo fino pela vagina e cérvix (BVC transcervical) até os vilos e utiliza uma suave sucção para coletar uma pequena amostra. Nenhum anestésico é necessário. Algumas mulheres dizem que a BVC não causa qualquer tipo de dor; outras sentem cólicas ou uma pinçada quando a amostra é coletada.

Dependendo da anatomia individual de cada mulher, o médico poderá optar por alcançar os vilos coriônicos inserindo uma agulha pela parede abdominal (BVC transabdominal), também se guiando por ultrassom. Estudos constataram que as duas formas de BVC são igualmente seguras, a menos que a mulher tenha o útero retrovertido (inclinado), em qual caso o risco de aborto espontâneo é mais alto se o procedimento for executado transcervicalmente. Entretanto, a BVC transabdominal é indicada para mulheres com útero retrovertido. Se a localização da placenta impedir este procedimento, amniosintese pode ser considerada uma alternativa.

Após a amostra ser coletada, á frequência cardíaca do feto é verificada por ultrassom antes da mulher sair da sala de examines. A maioria dos médicos recomenda que a mulher repouse por várias horas após a realização da BVC. Uma em cada cinco mulheres sente cólicas após a BVC; 1 em cada 3 mulheres tem algum sangramento ou micro sangramento, que normalmente para em alguns dias. A mulher sempre deve reportar estes sintomas a seu profissional de saúde.

A BVC é Segura?

Mais de 200.000 mulheres ao redor do mundo já fizeram a BVC, que foi lançada nos Estados Unidos em 1983. Estudos sugerem que a possibilidade de BVC provocar um aborto espontâneo é levemente mais alta que a amniosintese. Segundo os Centros para Controle e Prevenção de Doenças (Centers for Disease Control and Prevention), entre 1 para cada 200 e 1 para cada 100 mulheres abortam espontaneamente após a BVC. Este risco aumenta para 5 para cada 100 para mulheres com útero retrovertido que fizeram BVC transcervical. O risco de perda de gravidez após a BVC é mais baixo quando o médico conduzindo o procedimento é altamente experiente e quando o laboratório onde o teste está sendo conduzido oferecer as modalidades transcervical e transabdominal de BVC (permitindo a opção mais segura para cada paciente). Estudos recentes sugerem que a taxa de abortos espontâneos após a BVC e amniosintese (de 15 a 18 semanas) possa ser aproximadamente igual com médicos experientes em tais tipos de instalações laboratoriais.

Os resultados da BVC são muito precisos (maiores que 99 por cento) para descartar determinados defeitos de nascimento cromossômicos e problemas genéticos específicos.


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